31.08.2009

batalhas

Bom dia!
Que linda segunda de sol aqui no Southern South!


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Segue um post umbiguista da Belly, na primeira pessoa do singular.
Você foi avisado.


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Num dia da semana passada, peguei um ônibus cujo itinerário estava parcialmente bloqueado, o que forçou o motorista a fazer um desvio. Um dos passageiros teve um megaxilique por conta disso, e começou a dizer impropérios muito ofensivos para o cobrador e o motorista. AOS BERROS. E foi improperiando AOS BERROS que o passageiro xiliquento postou-se ao meu lado no ônibus e permaneceu AOS BERROS. Respirei fundo, tentei me concentrar, mas depois de um minuto e meio de BERROS não consegui me conter e falei com o passageiro, tentando chamá-lo à razão: "olha, não é o cobrador ou o motorista que decidem o itinerário do desvio, é a empresa. não é culpa deles. e o senhor está incomodando todo mundo dentro do ônibus, se acalme". Acho que ele discordou veementemente, porque voltou-se para mim e BERROU "vá tomar no c*!"

Alguma coisa fez 'clic' dentro de mim e, enquando uma vozinha débil lá nas profundezas da mente sussurrava desesperada "nãovánãolevantevoltevoltesentesenta!quieta!muda!calada", o corpo pulou sozinho do banco para cima do passageiro e a boca teve vontade própria e falou com uma voz que não reconheci: "COMO É QUE É? QUEM VAI TOMAR O QUE ONDE?" e aí não sei se pelo meu tamanho ou pela expressão de fúria, mas o passageiro se aquietou e concordou em pedir desculpas, desculpas, desculpas para os demais passageiros, desculpas para o cobrador e o motorista, desculpas para o Menino Jesus da Cartolinha. Mas, quem disse que eu estava satisfeita? Toda uma enorme fome e fúria despertaram e AHAHAHAHAHA, e agora, Sr. Passageiro? Então fiquei ali em cima do passageiro, vociferando coisas hediondas e expelindo perdigotos, enquanto o passageiro, à guisa de escusa, explicava "eu tenho 40 anos! eu estou atrasado!" e os demais observavam, estarrecidos.

A coisa se resolveu sem mortos ou feridos. Ninguém foi para a DP e segui caminho para meu local de trabalho com a adrenalina rugindo nas veias.

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E fiquei pensando em todas as batalhas que – essas sim – preciso lutar contra eu mesma, diariamente, diuturnamente, e que me vejo sem ‘clic’ que consiga me iniciar.
Quando era muito jovem, meu pai me ensinou a um caro custo que nem toda briga é para ser brigada, nem toda batalha é para ser batalhada e, de certa forma, por não saber viver em sociedade, fui me furtando ao conflito direto e encontrando vias transversas de conciliação. Provavelmente foi muito mais produtivo, para mim e para os outros, só que o efeito colateral parece ser que aquela batalha que é para ser batalhada, aquela, aqui dentro, eu não luto. Porque, ossos do ofício, calos da profissão: de tanto conciliar, conciliar, conciliar, acabei conciliando tudo muito demais, principalmente aqui dentro, comigo mesma.

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Get ready, Isabel: the bitch is back.


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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 10:45 de 31.08.2009
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29.08.2009

Piu Piu

Aí povos, que tem twitter é favor comunicar para a pessoa aqui adicionar.
Gradicida.

Pra quem quiser me adicionar, sou essa aqui.
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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 11:55 de 29.08.2009
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28.08.2009

Antes eu não sabia




Na coluna In-ventário desta semana
, coisas que eu venho aprendendo.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 22:28 de 28.08.2009
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26.08.2009

o máximo de segurança é a escravidão*

Por que então os clichês são tão populares? Porque são seguros, é o que disseram gente brilhante como H.L. Mencken e Hannah Arendt. Ao repetir uma ideia velha, o que foi dito e redito por tantos antes de nós, nada sai do nosso controle. Também nada acontece. Uma nova ideia é sempre um risco, não sabemos aonde ela vai nos levar. E, na falta de ousadia, o que nos sobra é medo.


Clicando no link acima, você vai ser deliciosamente teletransportado para a coluna da jornalista Eliane Brum, nesta segunda com Vida de Clichê. A jornalista é também autora dos livros A Vida Que Ninguém Vê, ganhador do Prêmio Jabuti 2007, e O Olho da Rua.


Eliane Brum me surpreendeu. Pela coragem de olhar o cotidiano com afiados olhos críticos, por aceitar o desafio, por pensar além da primeira pessoa do singular. Surpreenda-se você também. E não permita que a eventual extensão do texto - nesse mundo onde tudo se tornou rápido e telegráfico - o afugente: quando você começar, não vai querer parar.



*Roberto Freire: "Risco é sinônimo de liberdade. O máximo de segurança é a escravidão."
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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 20:31 de 26.08.2009
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21.08.2009

Satolep

O livro Satolep do Vitor Ramil é finalista do Prêmio Jabuti de melhor romance.
Com toda, toda, toda razão. É deste livro uma das passagens mais lindas que eu já li.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 13:05 de 21.08.2009
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cara de cool

Andando pela rua escura, fria, chuva. Quase dez da noite. O pedinte, o mesmo da manhã, no mesmo lugar, na mesma posição, "tia, ei tia". Ele, que a chamava de tia, tinha pelo menos dez anos mais do que ela. De onde se conclui que tia não é uma posição alcançada pela idade e sim pelo status quo, e que raio de status quo seria esse, senão o imediatamente superior àquele do suposto sedizentemente sobrinho? "Que cara mais mal-humorada", vaticinou o pedinte, em bom som. E nela a fúria subiu junto com uma gargalhada e ambas embolaram na garganta, onde ficaram entaladas, abraçadas. Sequer os olhos mexeram. Os passos não se alteraram. Mas ficou pensando, desde ali até onde ia pegar o filho para depois passar no supermercado para enfim chegar na sua casa e lavar limpar escovar espanar organizar cozinhar atender empilhar para finalmente poder dormir - e aí quem é que diz que o sono vem, embora isso já seja um outro problema e os problemas precisam ser compartimentados, cada um na sua caixinha, para poderem ser resolvidos, senão fica uma bagunça infernal, mais ou menos como querer assar o boi inteiro. É preciso carnear os problemas, limpá-los e aí então resolvê-los. Vá tentar resolver problemas com excesso de banha e aponevrose. Não tem quem consiga digerir um problema assim. Voltemos: pensando ficou, no veredito do seu juiz outorgado pelas circunstâncias pouco explicáveis do acaso, naquela máscara de impassividade que vinha vestindo desde que descobrira que armaduras e couraças são por demais pesadas e que disfarces são mais leves e muito, muito mais eficazes na selvageria de espelhos da convivência em sociedade. Trazia desde então cuidadosamente aplicada por sobre a face a cara de cool, que movia somente os músculos certos para informar ao respeitável público as emoções adequadas. Sendo que, quando não havia emoção adequada, por intensa divergência sobre o que seria socialmente correto, a cara de cool repousava no seu aspecto default, 'cool': quase tão enigmática quanto a esfinge. Era o próprio botox emocional, aprender a desligar os músculos lisos de forma que as emoções não perpassassem as feições de imediato, sendo cuidadosamente filtradas e selecionadas pelo intervalo do coador do socialmente aceitável. Permitia-se o politicamente incorreto, mas não o socialmente repudiado: não sabia viver em sociedade, não podia correr riscos.

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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 11:47 de 21.08.2009
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19.08.2009

De pais para filhos




Na coluna In-ventário desta semana
, aprender a amar.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 23:40 de 19.08.2009
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18.08.2009

Som e (menos) fúria

A balança ainda não fez as pazes comigo, mas começa a se comportar melhor e deu sinal de que não quer voar pela janela do 7º andar. A chuva deu uma trégua para que eu fosse andando até o Pilates, a endorfina agradece e o mau humor arrefece, um corpitcho alongado já ajuda.

Boletim da manhã: não pretendemos cometer nenhum homicídio hoje.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 10:47 de 18.08.2009
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17.08.2009

Mau humor total.

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Coluna: Madame Satã
por Ticcia, às 11:23 de 17.08.2009
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Nojo, nojo, nojo

Depois de um final de semana deslumbrante e com temperatura de gente, a previsão é de semana inteirinha de chuva.
Bléééééééééé.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 09:59 de 17.08.2009
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16.08.2009

As várias temperaturas e os brasileiros




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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 21:44 de 16.08.2009
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Dia dos pais atrasado

Como a moça estava no Rio no dias dos pais, comemoramos hoje com costela e jogo do Grêmio no Olímpico Monumental. Só não sei o que estava mais gostoso e mais gaúcho: a costela ou 4 a 1 no Mengão.

Sorry, Chicão, mas Seu Cacá merecia.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 18:35 de 16.08.2009
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A gente tira a pessoa da bagaceirice, mas não tira a bagaceirice da pessoa

Muito triste que o Alex me mostrou. E é bem feito para a organização do Festival de Gramado que se vendeu (caro, inclusive) por espaço na mídia e acaba levando de brinde (merecidamente) descrédito, desmoralização e mediocridade.

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Coluna: Madame Satã
por Ticcia, às 11:27 de 16.08.2009
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Frutífera e cheirosa

Eu definitivamente AMO a linha de maracujá da Natura e a linha de uva da L'Occitane. AMO. Gostaria muito que esta tivesse o preço daquela, mas enfim.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 10:53 de 16.08.2009
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15.08.2009

40 anos



Would you believe in a love at first sight?
Yes, I'm certain that it happens all the time.


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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 23:15 de 15.08.2009
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14.08.2009

Revolta, ódio e sentimentos pouco nobres no meu coraçãozim

Pessoua em dieta há mais de semana e meia. Em outras épocas (alguns meses atrás) mesma dieta rendia um quilo menos neste mesmo tempo, porém, a cretina da balança acusou ontem meio quilo a MAIS. Até concordo em não emagrecer, pois afinal é SÓ uma semana e meia (ok, é pouco) de fome, mas ENGORDAR?!

Amiga diz que era a lua cheia não colaborativa e que com a entrada da minguante (ontem) a coisa engrena. Eu ESPERO em cristo que seja mesmo isso, porque tô disposta a fazer qualquer coisa, de simpatia do arroz a promessa a São Longuinho.

Tem horas que vou te contar, viu.

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Coluna: Madame Satã
por Ticcia, às 11:57 de 14.08.2009
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Num tempo da delicadeza




Paris, chega a ser crueldade.

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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 10:19 de 14.08.2009
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A bêbada e a equilibrista

Quando ficamos sabendo de alguém que apaixonou-se despirocadamente e investiiu tudo e se arriscou e se expôs e mesmo com medo de ser partir em dois, ousou atirar-se de cabeça, danem-se as convenções, as expectativas, dane-se tudo, geralmente somos atacados dor dois sentimentos paradoxais: 1) de recuperação de fé na humanidade - tomara que dê certo e que tudo seja bom, porque aí nos convencemos de que, mesmo rarissimamente, essas coisas acontecem; 2) de raiva e de inveja - tomara que não dê certo para que nos tranquilizemos pois, afinal, não aconteceu conosco porque não funciona assim com mais ninguém.

No meu caso o sentimento 1 tende a dominar.

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Coluna: Madame Benvenisti
por Ticcia, às 09:23 de 14.08.2009
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13.08.2009

O que não nos ultrapassa




Na coluna In-ventário desta semana
, a vida que nos faz refém.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 21:47 de 13.08.2009
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12.08.2009

O hiper-texto

Uma coisa tem me chamado atenção e quero dividir com vocês, para que vocês me digam se é algo que vocês também já perceberam ou se a partir de agora podem se ligar e perceber.

«Acima» de quase todo diálogo/conversa/papo, rola um meta diálogo/conversa/papo que não diz quase nada a respeito do assunto específico discutido, mas sim a respeito do posicionamento daquelas pessoas diante uma da outra e/ou do tema genérico que ali está sendo tratado (ainda que imperceptivelmente).

Esta deve ser uma ferramenta muito utilizada pelos analistas/terapeutas, claro, que são treinados para captar o meta papo (inclusive - e principalmente) da gente com a gente mesmo. Mas eu confesso que as coisas que eu tenho «ouvido» são bem inquietantes, já que as pessoas acabam revelando o que não revelariam, muito possivelmente nem para si mesmas.

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Coluna: Madame Benvenisti
por Ticcia, às 10:37 de 12.08.2009
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Saco

É só o meu gmail ou todo mundo tá com dificuldade de escrever mail?
Eu leio, mas na hora de escrever, coloco o contato, o assunto e o campo do texto não fica habilitado.
Saaaaaaaaaaaaaaco.
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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 09:15 de 12.08.2009
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11.08.2009

Prazer ameaçado

Fui direto à livraria comprar dois livros. Como já tinha pesquisado no site da mesma loja, estranhei o preço. O que no site era R$ 38,00 estava por R$ 56,50 e o que estava por R$ 41,80 on line, saía por R$ 56,00.

Chamei um vendedor para esclarecer e ele disse que é assim mesmo, tem desconto só pela internet, na loja é mais caro.

E assim vão extinguindo (ou tentando extinguir) o prazer de comprar livros depois de conhecê-los pessoalmente.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 22:57 de 11.08.2009
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Primeiras impressões, ou nem tanto

Voltei ao Pilates. Adorei.

*

Via Campesina me impede de trabalhar... eu queria taaaaanto.

*

Ortopedista me aguarda para avaliar os pezinhos 1 ano depois. Vai levar de brinde um ombro que dói.

*

Richard Dawkins: demorei demais para descobrir.

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por Ticcia, às 14:33 de 11.08.2009
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07.08.2009

So pilates will be

Começa na próxima terça, onde eu possa ir caminhando (não sem algum esforço), cruzando um parque, ouvindo música.

Agora só falta a primavera.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 09:28 de 07.08.2009
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Crescei e multiplicai-vos


Sério que o mundo todo tá grávido, inclusivemente Penélope Cruz (supostamente do Javier Bardem)?
A gente explica exatamente o que para os óvulos em fúria numa hora dessas?

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 09:05 de 07.08.2009
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06.08.2009

Uma menina que já nasceu grande




Na coluna in-ventário desta semana
, a procura de um colo onde eu possa caber.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 22:47 de 06.08.2009
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05.08.2009

Dúvida nem tão mulherzinha assim - Pilates ou Musculação?

E aí? Pilates ou musculação?

No Pilates o tônus muscular é tão bom quanto o que se adquire na puxação de ferro? O que dá mais resultado? Se o objetivo é firmar e definir, evitar a perda muscular (não que a gente esteja na idade disso) o que é melhor?

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 10:43 de 05.08.2009
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Menos mal

E a moça foi se pesar agorinha pela manhã e... balança estava mortinha, sem bateria.
O que é a força do pensamento.

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por Ticcia, às 10:01 de 05.08.2009
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04.08.2009

Blé

Só deus sabe o quanto eu odeio a coisa da programaçao neurolinguística/motivação/winner x loser americana. Odeio. Isso e qualquer coisa que fale em visualização de meta, O Segredo, auto-ajuda, vestir camiseta, ser uma grande família. Chego a me arrepiar de horror quando de relance assisto na TV histórias de «vencedores», seja nos realities com gente perdendo peso em campos de treinamento, ou dando a sua personal fórmula do sucesso (de religião a mural onde colam o resumo de seus sonhos de vida) onde reprogramam o seu cérebro (com resultados surpreendentes), sabe-se lá a que preço ou com que consequências.

Sim, tô botando tudo dentro do mesmo saco e possivelmente sejam nada a ver uns com os outros, não precisam me explicar.

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por Ticcia, às 11:44 de 04.08.2009
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03.08.2009

F.O.M.E

A pessoa ingeriu 1100 cal e tá com a barriga roncando. MUITO mal acostumada. Amanhã a coisa vai ter que ser mais bem distribuída para evitar ataques de fome incontrolável. O meu maior problema é cortar carboidratos depois das 18h... o cérebro NÃO ENTENDE que comeu, coisa mais incrível.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 22:39 de 03.08.2009
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Mais light, mesmo que o inverno no sul não tenha acabado

E por aqui, muito frio, muita esbaldação, muito fondue, muito chocolate, muita massa e, ca-laaa-ro, uns quilos a mais. Modos que, depois de muito relutar porque ainda está frio, a moça entrou no modo super gêmos AFINAR, porque, afinal, já é praticamente primavera no ridjanêro e mandou vir comidinhas light e está indo ao supermercado fazer o seu já famoso rancho da fome. Notícias no decorrer do período.
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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 11:11 de 03.08.2009
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