28.02.2009

Calorias muito das bem investidas

Imperdoável eu não ter descoberto esses dois oásis de calorias plenamente justificadas em Porto Alegre, ainda mais quando são nas minhas duas áreas de culto absoluto: massas e pães.

Pastifício Italiano - é algo de maravelololoso. Massas recheadas (inacreditáveis), nhoque de batata de verdade (não daqueles que a gente poderia usar como munição), fetuccines, spaghettis, tudo fresquíssimo, feito no dia, com carinho, embrulhadinho em saquinhos de papel (como os de antigamente). Pra completar ainda tem molhos ótimos e antepastos (eu provei a beringela e é um arraso).

Av. Goethe, 300 (Esquina Casemiro de Abreu)
Porto Alegre - RS
Fone: 3388.2911 - 3028.6525
Segundas a Sábados das 9h às 20h
Domingos e Feriados das 9h às 14h


*** *** ***

Carina Barlett Boulangerie - que Olivier Anquier que nada, eu tô apaixonada é pela Carina messs. Pão. Pão de verdade. Pão como você sonhou que poderia existir em algum lugar. Francês, Italiano, Sírio, Croissants, baguettes. E pães doces. O Pain au Chocolat é pra comer chorando de alegria, a rosca com canela e passas é um encontro com o celestial. Tudo quentinho, fresquinho, como uma padaria de sonho, com aquele cheirinho que, na minha humilde e comovida opinião, é o melhor cheiro do mundo.

Rua General João Telles, 237 (Esquina com Vasco da Gama)
Porto Alegre - RS
fone: 3312-8229
Segunda a sexta, das 12h às 21h
Sábado, domingo e feriado, das 9h às 21h


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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 11:48 de 28.02.2009
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27.02.2009

Carnaval Tips da Ticcia


Ticcia, no mirante do Fortaleza, descansando um cadim


Já de volta do feriadão de carnaval nos Aparados da Serra. Prometo post e mais fotcheeenhas para a semana que vem.



Darth Vader, meu Ipod velhinho, vai ser adotado. No lugar dele fica Eva, a Ipod nano mais fófis do mundo. Já papou TODAS as minhas músicas e ainda tem lugar na barriga. Olhando pra ela assim magriiiinha ninguém diz que cabe tanto.



Muitas maquiagens novas trazidas para moi diretamente de NY. Detalhes na semana que vem tumém.



Hildolina ganhou um livro lindo: The New Yorker Book of Cat Cartoons, com dedicatória e tuda. Estamos nos divertindo muito.



A moça agora tem um pingente que avisa: Please return to TIFFANY & CO. - New York. Totally Holly Golightly.



(Tão notando como a moça tá mimada? Tão notando que tá se acostumando muito mal nessa época de crise, cheia de looooosho e supérfluos e mimos - oh-oh-, como bem disse a Criada?) Quero deixar claro que a Criada TAMBÉM FEZ encomenda de supérfluos!



Enquanto isso, Madame sonha não só que tem um filho lindo, como o querido tem um babá-chef (oi?), que ensina o menino a comer direitinho e a falar francês. Loooosho pouco é bobagem.

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por Ticcia, às 12:06 de 27.02.2009
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26.02.2009

signs o'the crisis

Eu sou a Belly e este post cheio de bile só podia ser meu.

bile = Belly .... = Biel?


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No último trimestre de 2008, afirmou o molusco que a quebradeira norteamericana não seria sentida aqui nos lados meridionais, a não ser por uma marolinha. Essa percepção equivocada provavelmente se deve ao fato de que ele vive com seu amigo Bob na fenda do biquini, que fica bem lá no fundo do oceano. Acolchoado por milhares de metros cúbicos de água, um tsunami de fato se faz sentir como uma marolinha.

Em tempos de crise apertam-se os cintos. É a hora em que todo mundo corta os supérfluos e a economia se contrai. Por isso, sobrevive à crise basicamente 1) o que não é supérfluo, como alimentação; 2) o que é mercado de luxo, porque num país em que 95% da renda está nas mãos de 5% da população, sempre haverá rios de dinheiro empoçando em das-loos e resorts e haras e jatinhos e whatevers em que pessoas ricas coloquem seus dinheiros pra mostrarem ao mundo que são ricas; 3) o que desponta como absolutamente necessário, embora não seja - em outras palavras, o que desperta o desejo.

E nesse mundo de cada vez mais trabalho e menos tempo, de cada vez mais internet e cada vez menos interação social direta, e mais sedentarismo e menos saúde, há gênios que despontam. Sim! E eles despontam na minha, na sua, na nossa caixa de e-mail.


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Eu vou te ATOMIZAR!


A Senhora Nutricionista Supostamente (Ir)Responsável faz essa proposta bizarra e, para alguns irresistível, de pesar zero quilos. Não, Senhora Nutricionista. Eu acho que não.
A Senhora Nutricionista Supostamente (Ir)Responsável teve seu nome, registro no CRN e aspecto facial deletado por uma questão de solidariedade e vergonha alheia, e não pelo receio de tomar um processo. Porque, francamente, a princípio tudo leva a crer que foi a Senhora Nutricionista que me mandou esse e-mail peculiaríssimo com essa sugestão no mínimo criminosa, colocando seu rosto sorridente, nome completo e seu número de registro no conselho profissional. Ora, se ela não zela pela sua imagem, por que eu deveria? Mas eu zelo, moça. Porque se algum tarado estivesse fazendo isso com a minha foto, o meu nome e a minha inscrição profissional, eu ficaria mais do que agradecida se alguém fizesse a delicadeza de me desvincular dessa aberração. E se foi a senhora mesma quem fez isso, então a senhora precisa ser mantida longe do seu próprio alcance, se é que me entende.



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Vinde a mim e farei de ti Paul The Rabbit


Digaêê, quem é que escreve na interné e que não quer ser um escritô, não é mêishmo, minha gentchi? Olhassó, agora você pode fazer isso sem nem ao menos sair de casa, não é bárbaro? Você aprende a fazer o leitor rir, fazer o leitor chorar, fazer o leitor começar a ler, fazer o leitor ler o miolo e achar bem bão e nem desconfiar que é um miolo, fazer o leitor ler e achar interessante, fazer o leitor terminar de ler, nuóóssa, é muita coisa! Desde o Instituto Universal Brasileiro que eu não via tanta coisa em uma só! Você vai escrever quinemqui Danielle Steel, Frederick Forsyth, Dan Brown, Ken Follett (se revirando no túmbalo, embora ainda não tenha morrido), TUDOJUNTO, plus Stephen King, UAU! Um megassucessão. Sem falar que você aprenderá a transmitir energia através das palavras (?) e a dominar a revolucionária técnica de escrever pensando em cenas!

É djmais pro meu coração. Nem vou comentar mais nada.
E o papelucho eletrônico foi mantido no anonimato também porque eu me nego a fazer propaganda de neguim falcatrua.



Tem anseio de ser escritor? Ótimo. Dou maior força. Estando no Rio Grande do Sul, procure Charles Kiefer, Assis Brasil e congêneres. Estando em outros estados, procure por gente que entende do que faz, e não por gente que está atrás do conteúdo do seu bolso porque os tempos estão bicudos.

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E no mais, tenham um ótimo final de semana. Não gastem mais do que ganham e mantenham seus narizes limpinhos, que eu aqui vou tentar fazer o mesmo.

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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 21:48 de 26.02.2009
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Mosqueteiros




Na coluna In-ventário desta semana
, irmãos.

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por Ticcia, às 11:23 de 26.02.2009
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20.02.2009

Sene-sene-sene-sene-Senegaaaalllll Tips da Ticcia

Vocês acham que eu vou reclamar do calor que fez Hildolina, a gata que dorme em cima da TV no verão, tomar água GELADA e adorar? Não vou. Pode continuar assim.



Faz 4 dias que Porto Alegre arde como o mármore do inferno, chove, abafa, cozinha, esquenta mais. E eu bem adorando. Eu sei, apedrejem minha deselegância africana, tô nem aí.



A moça mandou lavar o carro, encerar e tuda. E... chuuuuuuva. Pão de pobre é isso, sempre com a margarina pra baixo.




Olha, não é tirar a brasa da minha sardinha, mas MUITO pior do que advogado é contador. E Al Capone concordaria comigo.



Eu queria um sofá de banheira cortada. Sempre quis. E eu sei que isso não me faria Holly Golightly, mas eu queria. Eu sei que isso não faria Fred darling bater na porta, mas pô, sofá de banheira cortada é MUITO legal.



Eu amo a Ana. A Ana repartiu (respeitosamente) o mano dela comigo e eu bem sei que manos são das coisas mais irrepartíveis do mundo. Obrigada em público Ana, já sou sócia remida do fã clube do André.



Há um molho de tomates borbulhando nesse exato momento no meu fogão, e eu fiz de acordo com as dicas escarlates. Tá i-na-cre-di-tá-vel.



Rachel getting married - um personagenzinho en passant me fez acordar às 5 da manhã e ficar elocubrando teorias sobre a existência ou não do tal amor incondicional inerente ou não a determinada condição biológica. Tenho tantos anos de análise pela frente, modeuso, tantos.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 01:24 de 20.02.2009
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19.02.2009

Diminuto inventário de mim mesma, parte I




Na coluna In-ventário desta semana.


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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 01:47 de 19.02.2009
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18.02.2009

Alívio

Há dias em que a vida nos dói mais, é fato. E o recurso de que dispomos é sempre o mesmo: distrairmo-nos com o que não dói, com grandes metas, com paleativos, disfarces sofisticados, sonhos de consolação, planos mirabolantes que preenchem o(s) dia(s) com a sensação de relevância. Um Tylenol, portanto, faz bem. Mas há dias em que a vida nos dói mais e alguém nos diz exatamente o que precisávamos ouvir: que para além ou aquém das distrações, metas, paleativos, disfarces, planos, o que importa é esse de nós que dói, que ama e é amado. E a dor passa.

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Coluna: Madame Bovary
por Ticcia, às 00:51 de 18.02.2009
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17.02.2009

the wrestler's revolutionary road


Uôi pessoal. Aqui é a Belly.

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Numa cidade abafada, numa casa sem ar condicionado, a pessoa em desespero o que faz? O que faz? Vai ao cinema, evidente.
Um cinema com ar condicionado. Claro.

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In the clearing stands a boxer, and a fighter by his trade
And he carries the reminders of every glove that laid him down or cut him
til he cried out in his anger and his shame
I am leaving, I am leaving,
but the fighter still remains

Primeiro, foi Revolutionary Road. Que teve seu título traduzido para o piegas 'Foi apenas um sonho'. Essa tradução de título de filme rivaliza com 'O filho que era a mãe'. E é por isso que vou chamar de Revolutionary Road. Um nome que completa o filme.

É um filme de relacionamento. A princípio, não gosto de filmes de relacionamento, A NÃO SER QUE eles tragam alguma coisa verossímil e palpável sobre as entranhas negras de um relacionamento. Porque, francamente, comédia romântica (puá! puá! duplo puá!) é sobre qualquer coisa, MENOS relacionamento. E os filmes de relacionamento hollywoodianos, vamos combinar: eles tem toda uma hidden agenda. O que me faz pensar, qual será a hidden agenda do Revolutionary Road. Desconfio que posso ter sacado qual é, e evidentemente não vou dizer, porque você, Leitor(a), pode não ter visto ainda, então não vou desenvolver nada que possa conter um spoiler. (com o detalhe de que hidden agendas quase sempre são terrivelmente nefastas. and yet.)

The Wrestler, a seu turno, também é um filme de relacionamento. As diferenças fundamentais é que em R.Road há outras pessoas participando da solidão da personagem feminina principal, que se sente premida por uma série de exigências, enquanto que Wrestler, o personagem masculino principal, talvez se sinta sufocado exatamente pela falta delas. E aí é que temos uma incrível pista da hidden agenda (methinks), senhoras e senhores! Mas esse post não é sobre hidden agendas (embora esteja se tornando), por isso vamos voltar ao tema enquanto ainda dá tempo.

Tanto em Wrestler como em R.Road temos o confronto entre o sonho sonhado e o sonho vivido. Que, todo mundo sabe, na vida assim como nas obras de construção civil, há três regras de desvio que infalivelmente se aplicam: 1) a coisa nunca fica exatamente como planejado; 2) a coisa sempre demora mais do que previsto; e 3) a coisa inevitavelmente custará mais caro do que o valor orçado. Ter consciência da inafastabilidade destas regras é prevenir tremendas frustrações decorrentes de eventos que mui dificilmente poderiam ser evitados. Por isso, não dá pra fazer um plano muito preciso. Aliás, eu diria que não dá pra fazer um só plano, period. Um único plano é um desafio ao caos, e ele não gosta de ser desafiado. Melhor fazer todo um balaio de planos que prevejam alguns caminhos para o objetivo porque, você pode ter certeza, o Sr. Caos vai pular na sua frente quando você menos esperar e você terá que mudar a rota.

Está, mas o que eu queria dizer, e que não estou conseguindo porque estou tergiversando loucamente, é: o seu sonho pode ser sempre o seu sonho e, uma vez realizado, você descobrir que ficou sem sonho, porque ele se realizou. E daí cabe a você decidir, de preferência conscientemente, se vai ficar pendurado na tromba do sonho o resto da vida porque tem medo ou não se sente capaz de desejar alguma outra coisa, ou pior, se vai decidir NUNCA realizar seu sonho para não correr o risco de ter uma realidade - que seguirá infalivelmente as três regras de desvio, portanto não será o seu sonho em cada mínimo detalhe - e, com isso, extinguir o sonho pelo exaurimento de tê-lo vivenciado.

Em ambos os filmes os personagens que conduzem a história fazem as suas opções, e eu as entendo. Porque as opções deles já foram as minhas. Só que no presente, em que sou adulta caminhando para a maturidade, depois de ter tido toda uma peculiar série de experiências, tenho a dizer que minha conclusão até o momento é de que melhor do que morrer pelo sonho é viver por ele.
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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 14:02 de 17.02.2009
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Atenção povo concurseiro do Rio de Janeiro


Algum leitorzinho amado que esteja se preparando para concurso de promotor de Justiça no RJ? Pode emeiar esta que vos escreve? ticciaARROBAgmail.com, mil obrigadinhas.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 11:00 de 17.02.2009
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Desculpinhas esfarrapadas

A pessoua com um trabalho chaaaaaaaaaato para entregar o quanto antes + decidindo o que faz intelectualmente da vida + se recuperando da ressaca pós-Vó Nininha + já em expectativa pré-feriadão + cheia de preguiça que não acaba mais = blog às moscas.

Mas eu prometo melhorar. Juro.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 00:13 de 17.02.2009
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13.02.2009

A vida que se vive

Eu imagino o som da tua respiração, o cheiro que tu tens dormindo, adivinho a cor das tuas pálpebras às três da manhã e a temperatura do teu pé se encostasse no meu. Rio enternecida ao pensar no teu sorriso logo cedo, dividindo comigo a pasta de dentes, a torneira, o sono e o cabelo amarfanhado. Rio de pensar que só mais tu no mundo diria «cabelo amarfanhado». Penso que em algum lugar deve haver essa vida sendo vivida todos os dias por quem não sabe dela, por quem a vive sem vivê-la e tenho pena, uma pena triste que se chamaria dó se eu ainda fosse uma moça pelotense, mas eu não sou, como tu sabes. E penso que eu a viveria, essa vida, todos os dias, todas as noites, todas as manhãs, maravilhada e cheia de espanto como uma criança que vê tudo pela primeira vez: teu peito esvaziando-se de ar, teu sono de menino, teus olhos cerrados num sonho, teu corpo tateando em busca do meu, os hortelãs e as mentas dos dentes brancos, a água nos olhos inchados, os fios de cabelos que crescem quase ao contrário na tua nuca, as palavras que expropriamos do resto do mundo.

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Coluna: Madame Bovary
por Ticcia, às 01:19 de 13.02.2009
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12.02.2009

MakeUp Tips da Ticcia


Como a Criada já havia falado, os produtcheeeenhos da Everyday Minerals são mesmo um arraso. Recebi meu kit de amostrinhas na terça feira e tô amando. A conjuntivite me impede de testar as sombras, mas a base é ótima, dispensa pó e tem efeito super natural. É a minha preferida para uso diário até agora. O Blush é lindo e pode-se comprar o com acabamento mate, perfeito para usar no dia-a-dia. Para as moças que estão tentando pedir amostrinhas, acalmem-se, eles estão reestruturando o sistema de envio para o Brasil e deve normalizar nas próximas semanas.



Testei (antes da conjuntivite) o rímel Telescopic da L'Oréal e digo-vos que em verdade é bótimo. Na Droga Raia por R$ 35,00 e o efeito é bacanézimo, sem falar que o aplicador é do tipo pentinho (adouuuuro) em vez de escovinha (tenho ódia). Evidente que aquela cilharama da Penélope Cruz no anúncio é postiça, mas o rímel é bão mesmo. Confie, ameeega.



Outro teste foi o batom de alta fixação da Maybelline que promete ficar 16 horas nos lábios, o Superstay Lipcolor. A aplicação é feita em duas etapas: primeiro a cor, cujo pincel é daqueles de esponjinha. Deve-se esperar 2 minutos, dentro dos quais a gente tem a impressão de que passou cola de carpete na boca, porque fica MUITO colante. Passado o tempinho, aplica-se a segunda etapa, um siliconinho que neutraliza a «cola» e hidrata. Fica ótemo. Eu esperei um tantico e tirei o excesso do produto da segunda fase, para ficar mais seco. E não saiu cor nenhuma no papel. Mais de 8 horas depois, o batom seguia firme e forte. Tirei com removedor de maquiagem. Comprei na Renner por R$ 36,00.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 18:38 de 12.02.2009
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Da série Me acode que eu tô tendo um troço





Christian Louboutin abrirá sua primeira loja no Brasil na segunda quinzena de março no Shopping Iguatemi, em São Paulo. Preço médio de um par de maravilhas de onde se pode olhar o mundo 16cm acima: 3 mil míseros reaizinhos.

Oh, God, meus sais. E um balde para pôr os pezinhos sem joanetes de molho.





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Coluna: Madame Satã
por Ticcia, às 16:13 de 12.02.2009
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Running to stand still




Na coluna In-ventário desta semana
, o texto inspirado na música, dentre outras coisas.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 00:30 de 12.02.2009
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11.02.2009

I see seven towers








...She runs through the streets with her eyes painted red
Under a black belly of cloud in the rain
In through a doorway
She brings me white gold and pearls
Stolen from the sea she is raging, she is raging
And the storm blows up in her eyes
She will suffer the needle chill
She's running to stand still.








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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 17:59 de 11.02.2009
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The Cashmere Bouquet Chronicles - Special Edition



(oi, sou eu, a Bellyts!)





The Cashmere Bouquet Chronicles volta, numa Edição Especial, descompromissadamente como uma birita com amigos numa noite estrelada de verão.

Pode ser a única Edição Especial. Pode ser que venham outras. Pode ser que The Cashmere Bouquet Chronicles volte de vez.
Depende do que? Ninguém sabe. A Bibliotecária é uma mulher incompreensível e, como toda mulher, tem seus caprichos incompreensíveis - no caso, exponencialmente incompreensíveis.

Em tempos de reforma ortográfica, esta Edição Especial traz a Revolta Ortográphica, lá na Festa Móvel de Lívia Araújo, fundadora do Club Sarah Bernardt de Molheres Revolutionáreas.
(clique no texto para continuar lendo)

"Imiscuhida de tôda bôa inthenção que m'e sói comummente, tenho por concluído que a soi-disant Rephorma Ortográphica não contempla tôdos os âmbitos da sociedade, na cual, appesar d'a apparente dissonância, esta que vos phala se phaz presente. Sendo assim,..."


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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 01:15 de 11.02.2009
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10.02.2009

O mundo muito menos encantador


Blossom Dearie, 1926 - 2009.

É ela quem canta uma mas minhas músicas preferidas de todos os tempos e que cada vez que eu ouço, meus olhos enchem de água.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 17:55 de 10.02.2009
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Code Blue

O que faz uma pobre pessoinha com conjuntivite numa terça feira quente?

Simples. Vai ao médico, pega o atestado de três dias, volta pra casa, faz um risoto (yey!) toma duas taças (double yey!) de vinho branco geladim entre as quais pinga uma gota de colírio em cada olhinho e vai fazer nanazinho com gata fofa no ar condicionado regulado na posição nevasca.

Bendito vírus, amém.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 15:11 de 10.02.2009
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09.02.2009

Minha hóspede

Vós são bichinhos muito queridos e mimosos que apesar de terem mais de 80 anos, têm tanta energia quanto você e só cansam a metade. Outro dado relevante é que não importa a que horas elas vão dormir, acordam sempre às 7h bem dispostas, ao contrário das netas que morrem de preguiça e têm que esconder o mau humor. Mas aí elas tomam café com você e sorriem e seu mau humor vai embora e você torce para daqui a 50 anos ser, pelo menos, metade daquilo tudo.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 09:29 de 09.02.2009
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07.02.2009

this is sparta

Meu relacionamento com minha mãe resultou numa criação algo espartana. Eu queria muito ser livre, autônoma (pra quebrar a cara), desde muito cedo . Ela, queria muito cuidar de mim, mas não naquilo que eu queria ser cuidada. A discordância levou ao desequilíbrio.

Aprendi a lidar com a dor, o frio, a fome e o desconforto. Provavelmente achava que essas habilidades me levariam à libertação: como prender alguém que prescinde de tudo? De certa forma, levaram. Levaram à libertação de saber que sou capaz de resistir ao frio, à fome, à dor, ao desconforto, à mágoa mais profunda. Tornei-me uma pessoa extremamente prática. E depois precisei aprender a sentir tudo de novo.

Hoje, gostaria que fôssemos amigas. Queria que ela me contasse algumas das suas histórias secretas, por isso conto algumas das minhas para ela. Eu queria mesmo mesmo é que ela me deixasse olhar ali dentro do cerne onde ela guarda o mais escuro de si, para ver se temos alguma parecença. Porque desconfio que temos. Suspeito que debaixo do verniz de boa moça, boa filha, boa estudante, boa esposa, boa mãe, habita uma mulher selvagem que foi mantida na masmorra a muito custo e muita força. E, se isso for verdade, é desta mulher que sou filha.

O problema é que nós, os espartanos, precisamos criar uma carapaça que, de tão dura, nos aprisiona.
O paradoxo é que nós, os espartanos, queremos nos olhar nos olhos e reconhecermo-nos uns nos outros, mas nossos olhos são duros, baços e tristes, e neles não há nada que se possa ver.

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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 23:26 de 07.02.2009
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06.02.2009

MakeUp - Quanto você quer pagar pelo MESMO produtcheeenho?

Pra gente que a-do-ra uma marca e acha que isso é garantia de «produto diferenciado» ver que idiotice que isso é. Tanto a sombra Dior quanto a Vult (1/20 do preço daquela) vem da MESMA indústria. Chocada?

Genial o post do LimoBag reproduzido pelo VendeNaFramácia.

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Coluna: Madame Satã
por Ticcia, às 11:35 de 06.02.2009
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Summer, winter, spring and fall of my life





All I ever will recall of my life is all of my life with you.

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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 01:00 de 06.02.2009
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05.02.2009

SOS

Caras, eu tô pas-sa-da. O caso é o do americano David Goldman e seu filho, Sean, sequestrado pela mãe, Bruna. Pai e filho são americanos, a mãe é brasileira, que vivia nos EUA e casou-se com David legalmente lá.

Recebi essa história de um conhecido MUITO confiável e que entende MUITO do assunto. O caso é uma aberração total. Um menino sequestrado pela própria mãe e trazido ao Brasil. Seu pai luta desde então para reaver o filho. Todas as decisões judicias cabíveis no EUA são favoráveis ao pai, mas ainda assim os tribunais brasileiros vêm lhe negando o direito de reaver o filho, contrariando o que diz a lei brasileira, a lei americana e os tratados internacionais. David sempre foi excelente pai e em nenhum momento o desqualificaram como tal. Para piorar e ser mais vergonhoso, a mãe da criança faleceu ao dar a luz a um outro bebê, agora do segundo marido (ela nem mesmo é divorciada nos EUA - mais uma coisa estranha) e o segundo marido, brasileiro e de família influentíssima, quer ele a guarda de Sean. Non sense total? Pois é.

Amanhã há uma audiência no STJ para decidir se o menino continua no Brasil. Se você conhece alguém, se participa de alguma organização, se acha que pode fazer alguma coisa, faça. Se não souber, divulgue. Precisamos que a coisa seja muito divulgada para que a imparcialidade da justiça seja mantida. É aterrorizante pensar este tipo de coisa pode acontecer.

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Coluna: Madame Pompadour
por Ticcia, às 11:38 de 05.02.2009
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O amor que se ama




Na coluna In-ventário desta semana
, pequenas grandes coisas, como porcos alados.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 00:49 de 05.02.2009
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04.02.2009

É nada





Escrevo-te a meio da noite, depois do sono e de algumas lágrimas, depois do medo paralisante, das idéias macabras, naquela hora precisa em que um dia quente finalmente arrefece, quando se ouvem pequenos grilos, um carro que acelera longe, passos distantes e vozes confundidas que entram pela janela. A lua invade a sala e me ignora, a mim e todas as outras parcas luzes insistentes noite adentro, enquanto a cidade toda dorme alheia ao desassossego, às dúvidas, às certezas, ao desconhecido. Escrevo-te porque rompi a impossibilidade de dizer, porque transpus de alguma forma um limite, cheguei a um entendimento ainda pouco definido e claro. O que sei é que restei eu e isso tudo: essa vontade de encontrar-te acima das pequenas coisas, como milhares de quilômetros ou dois continentes, feridas, dores, cicatrizes, perdas, desconsolos, pedaços de vida que são estranhamente partes de nós. Restei eu e meus braços, meus olhos abertos no escuro, meu corpo desassossegado longe do teu. Escrevo-te finalmente porque te espero, pequena e frágil, a meio da noite, esperando que amanheça para que a vida siga e te traga para perto e eu possa dormir de novo finalmente sobre teu peito, eu de volta a essa de mim em paz que se faz junto de ti.




Elis me diz que pode ser que não venhas mais, que não voltes nunca mais. Mas afinal, ninguém volta. A gente segue indo e indo, mesmo que às vezes aos mesmos lugares e quem a gente encontra, se encontra, são outros que encontram outros de nós mesmos.
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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 11:41 de 04.02.2009
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Da série MakeUp - como guardar refil e amostrinha mesmo não tendo a embalagem



Estojo aberto

Estojo fechado
Muitas coisas sempre inquietaram este meu coraçãozinho no que diz respeito a sombras. Primeiro é que a grande maioria das embalagens são estojinhos em que para ver as cores, tem que abri-los. Exceções honrosas feitas (ex. Duda Molinos, Vult, etc.), o que resta é isso. Dois problemas com isso: a trabalheira de abrir uma por uma e a dificuldade de visualizar o que se tem a disposição na gaveta. Outra inquietação cardíaca era que eu tenho muitas sombras e, salvo as minhas sombras de uso diário, uso um nadinha de cada uma delas. Todas acabavam vencidas. Decidi, então, comprar amostras e mostruários. Fiz isso com a Natura, por exemplo. Mas aí, novo problema: como guardar aquelas sombrinhas soltas, em tabletinhos, se eu não tinha nem o estojo onde elas cabem, nem o porta mostruário?

Como se não bastasse, eu ainda percebi que algumas marcas, O Boticário, por exemplo, vende as sombras em refil por 40% menos do que com embalagem (aquela que eu não gosto porque não tenho visão raio X), mas compradas em refil, como guardá-las?

Então dia desses, depois de uma raciocinada, fiat lux. Peguei uma embalagem acrílica de CD (tem que ser das mais grossinhas, que tem aquele encaixe dentro, e tirei o encaixe, deixando só a caixa propriamente dita. Colei fita dupla face no bumbum das sombras (um pedacinho em cada), descolei a segunda face da fita e dispus as mimosas dentro das caixinhas de CD. Taram! Ficam protegidas, ficam com visualização ótema, ocupam menos espaço que aquele bando de estojinhos arredondados, dá para separar uma determinada coleção para levar em viagens conforme a necessidade, e quando sujar as caixinhas, é só descolar, remover as fitas duplaface e lavar com detergente (evidente que o esqueminha funciona também para blush e pó compacto).

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 11:02 de 04.02.2009
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Nam-Myoho-Renge-Kyo

O cérebro é uma coisa *verdadeiramente* traiçoeira. Coisas que você sabe e sempre soube, mas que não passaram pela sua cabeça de determinada forma claro, estão apenas esperando para que uma conjunção de fatores aparentemente desconexos como prova, saudade, stress, etc. (principalmente et cetera) conspirem para que elas revelem-se em toda a sua plenitude e esplendor aterrador, às, digamos, 3 da madrugada. E aí vá você lançar mão das, sei lá, 700h de divã acumuladas, telefone, sms, blog e todos os mantras de desobsessão conhecidos para conciliar o sono novamente.

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Coluna: Madame Satã
por Ticcia, às 03:54 de 04.02.2009
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Vênus e Marte, ou um pouco de cada

É o segundo homem em menos de semana e meia que me fala (ou manda por mail) deste comercial (namorado e ex-marido), modos que cheguei à conclusão que eu devia dividir com vocês.



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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 00:04 de 04.02.2009
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03.02.2009

Mini tips da Ticcia

Hoje a moça volta à labuta. Blergh.

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Hoje a moça também faz novo peeeeelings, uouuouuou peeelings.

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Hildolina já percebeu que sua cerumana de estimação vai abandonar o bunker e não está gostando NADA disso.

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Graças ao Alex, aka my person, eu agora sei baixar todas as coisas que eu mais amo para assistir, o que envolve Grey's Anatomy e Brothers and Sisters e mais tudo o que eu posso vir a querer. Sorte que a temporada de estudos está por hora suspensa.

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Estamos elaborando um tutorial ameeeego para moças mais, lerdas, tipo eu, para ensinar baixar cousas (downloads, não pense besteira). Aguardem.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 11:34 de 03.02.2009
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02.02.2009

big wheel keep'on turnin'

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some peolple call it one night stand
but we can call it paradise


Olá, pessoas. Aqui sou eu mesma, não a Madama.

Eu estava em férias. Férias de tudo, até porque quase tudo aconteceu nessas férias. De chaves erradas trazidas pro lugar certo a chaves quebrando na fechadura Dobermann, de enxaqueca a dor de ouvido, de muriçoca a caranguejeira, de furto a roubo, de perdas, danos, e todos se salvando, sem mortos ou feridos.

Tem história pra contar? Olha, ter, tem. Só que eu mesma me canso das minhas histórias e aí termino não contando. Assim como o jornal de hoje embala o peixe de amanhã, as minhas histórias de ontem - algumas de um mês atrás - já foram para o baú, que é o lugar do passado. Que, poootz, sendo canceriana e apegadinha do jeito que sou, até conseguir internalizar essa do baú foi um custo, não me peçam para ser uma cigana reviradora de baús a essa altura dos acontecimentos.

O que que vou contar dessas férias, então? Óia, eu vou por tópicos, que é um jeito simples e preguiçoso de colocar as coisas, pra mim e pra vocês.

Lá vamos nós. Iúpis.

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[clique aqui para ler o texto na íntegra]
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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 17:14 de 02.02.2009
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SOS Madame


Alguém aí já foi ao Parque dos Aparados da Serra? O que acharam?
Dicas de passeio? Que agência usaram e indicam?

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 13:15 de 02.02.2009
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01.02.2009

SOS pobreza

Algum leitorzinho bem informado saberia me dizer se a Azul Linhas Aéreas tem planos de fazer a rota POA-RIO? Os preços da Gol-contra Airlines e da TAM me explorando cia de aviação tão uma exorbitância vergonhosa sem tamanho, népussíver isso.

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Coluna: Conversa de Madame
por Ticcia, às 09:20 de 01.02.2009
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