28.11.2008

Um final de semana bonito como o Chico falando da filha e do neto




Você quando não dorme, quem é que você chama?
Que horas você volta?


Eu sempre chorei tanto ouvindo essa música.
Muito antes de saber porquê.

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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 11:46 de 28.11.2008
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27.11.2008

E por falar em Facelo



Celo, Cris, Ticcia e Alvaro no momento mágico pré-feijoada no Bar do Mineiro.

Nem a hora e meia de fila abalou a alegria do pessoal, mantida a cerveja e aipim frito.
Consigne-se que a essa altura do campeonato a Antártica Original já tinha acabado e que a pimenta que se avista sendo curtida dentro de garrafas ali atrás causou comoção na família. Né, Facelo?

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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 10:50 de 27.11.2008
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18.11.2008

Em ritmo de aventura

"Pra quem gosta do Roberto Carlos nostálgico, e de um Rio que não existe mais, um programa imperdível:

De 19/11 a 07/12, aqui no Rio, ocorre um evento anual em que se apresentam filmes ao ar livre, no Jockey Club. Nesse cenário delicioso, as pessoas assistem os filmes em espreguiçadeiras espalhadas pelo gramado, ou nas arquibancadas do Jockey, com vista para a Lagoa.

E no dia 04 de dezembro, haverá uma apresentação exatamente desse filme, o Roberto Carlos em Ritmo de Aventura!

Além da nostalgia de um Rio ingênuo, dos tempos da Jovem Guarda, uma trilha sonora imperdível, com RC no melhor de sua forma: Negro Gato, Namoradinha de um amigo meu, Eu te darei o céu, Por isso corro demais, e - pra mim a melhor - Quando (essa cantada no topo do edifício do finado BEG, depois BANERJ).

Delicioso, bem verão, imperdível!

Ah: e depois ainda há, no mesmo local, uma apresentação de um grupo que eu não conheço, mas cujo nome promete e parece estar no clima da noite: Lafayette e os Tremendões!

Pra mais informações, vale dar uma olhada no link.

Abração, do
Alvaro"



Vamos passear de helicóptero com o Roberto Carlos pelo Rio de 1967?

MA-RA-VI-LHO-SO

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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 00:08 de 18.11.2008
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11.11.2008

120










Essa frase é das coisas mais verdadeiras que eu já li. Acho que a moça fez bem em tatuá-la.

Se pode ser uma profecia inescapável de felicidade, pode bem ser uma maldição contra a qual teremos que lutar pela vida inteira para contrariar (e talvez não haja quase nada a fazer a respeito). Qual é o nosso caso?

Eu sempre acreditei que eu merecesse o amor mais bonito do mundo. Nos últimos tempos tenho tido muitas razões para isso.












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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 09:48 de 11.11.2008
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07.11.2008

Vale a pena ler de novo


DA DIFÍCIL ARTE

O amor não é fácil, não, é complicado pra chuchu. Ele é exigente e descontente e fominha, incansável e resistente, renitente e impaciente e quando a gente menos espera, tem crise existencial e se pára a esperniar, a gritar e a fazer manha. O amor é detalhista, minucioso, metódico, cri-cri, perfeccionista, crítico, perspicaz, inquieto, intranqüilo, tem um olho no padre e o outro na missa, gosta de tudo muito bem fundamentado e quando a gente acha que está desatento, na verdade está é procurando lente de aumento para poder ver tim-tim por tim-tim. O amor é cabeça dura, é teimoso, obstinado, genial, obcecado, obsessivo, insaciável, implacável e extremamente temperamental. O amor é pior do que a Bárbara Heliodora, o Paulo Francis e o Diogo Mainardi juntos. O amor não aceita desculpa furada, ainda que pareça que sim. No fundo ele está só colocando na sua conta de débitos a resgatar, cobra juros e correção monetária, não perdoa dívidas e resgata à vista, sem choro nem vela, doa a quem doer. O amor é duro na queda, invencível, provocador, desafiante, irritante, não dá refresco. O amor quer saber é de amor, que é o que interessa, o resto é só o resto, te vira. O amor não manda recado, diz na cara, paga pra ver, cobra dobrado, não leva desaforo pra casa e se a gente bobear, babaus. O amor é tático, métrico, exato, pernóstico, complexo, mas nenhuma das leis ou métodos que eu ou você aprendemos na escola se aplica a ele. O amor é um caso sério, muito particular, uma raridade e, por isso, cada dia se torna mais difícil achá-lo e lidar com ele de forma a mantê-lo longe da extinção. Se você tem um, dê-se por satisfeito e esteja ciente do privilégio que é ele ter dado o ar da graça, ora veja, logo pra você.

Trate-o como se fosse a coisa mais importante do mundo, até porque, é mesmo.


Publicado originalmente em 12.06.2006,
no Megeras Magérrimas.
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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 09:21 de 07.11.2008
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