It's not hard to fall, when you float like a cannonball.
there’s still a little bit of your taste in my mouth/ there’s still a little bit of you laced with my doubt/ it’s still a little hard to say what's going on/ there’s still a little bit of your ghost your witness/ there’s still a little bit of your face i haven't kissed/ you step a little closer each day/ that I can´t say what´s going on/ stones taught me to fly/ love taught me to lie/ life taught me to die/ so it's not hard to fall/ when you float like a cannonball/ there’s still a little bit of your song in my ear/ there’s still a little bit of your words i long to hear/ you step a little closer to me/ so close that I can´t see what´s going on/ stones taught me to fly/ love taught me to cry/ so come on courage, teach me to be shy/ 'cos its not hard to fall,/ and I don't want to scare her/ its not hard to fall/ and i don't want to lose/ its not hard to grow/ when you know that you just don't know. (Damien Rice, Cannonball).
Jorge sentou praça, na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés
E não me alcancem
Para que meus inimigos tenham mãos
E não me peguem e não me toquem
Para que meus inimigos tenham olhos
E não me vejam
E nem mesmo pensamentos eles possam ter
Para me fazerem mal
Armas de fogo, meu corpo não alcançará
Facas, lanças se quebrem
Sem o meu corpo tocar
Cordas, correntes se arrebentem
Sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia, viva Jorge!
Jorge é da Capadócia, salve Jorge!
Perseverança ganhou do sórdido fingimento
E disso tudo, nasceu o amor
Ogã, toca pra Ogum
Ogã, Ogã, toca pra Ogum
Jorge é da Capadócia, Jorge é da Capadócia
Às vezes dói como um parto, essa coisa de vibrar pelo avesso, isso de reinventar-se de pé.
Rastejo, essa é que é a verdade, pequena e triste,
como só podem ser miseravelmente pequenas e miseravelmente tristes
as sombras derruídas dos insetos,
pelas paredes, pelos meios-fios, pelas calçadas,
pelos tampos de móveis cheios de poeira e passado.
Rastejo, ainda que disfarçada sobre minhas patas,
levando em mim uma inexplicável vergonha da crença, da fé,
da desmesura, da entrega inteira, uma imensa vergonha de ainda,
de apesar de, de a despeito de,
te esperar com meus olhos cheios de sonhos nas mãos.
(suspiro). (Mais suspiro). Pelamordenossasenhoradaaliançanamãoesquerda, que homi leeeeeeendo.
Caso clássico em que se pode relevar o lenço no pescoço. Aliás, ele poderia usar uma jaca dependurada no pescoço que tava tudo bem.
Atenção: Não me contem NADA dos resultados, hein?! Viu, Chicão?
Meanwhile, continuo querendo adotar o David Archuleta. Que guri mais fofo, meu pai.
Fazia um tempão que eu estava atrás deste clipe inteirinho. Hoje a Cris Carriconde, pelotense querida, fotógrafa maravelololololosa (que um dia ainda vai me dar a honra de fazer um livro de poesia comigo) e colega do colégio São José me deixou o presente nos comentários. Apeoveitem. Maria João é moçambicana e aquele rio é, sim, o Tejo.
Quantas pessoas você conhece que morreram de velhas, assim, oitenta e tals, já fraquinhas, velhinhas, trabalho feito, filhos criados, netos, bisnetos, 50 anos de casado, histórias contadas, amores vividos, missão cumprida? Muito bem. E quantas você conhece que morreram bem antes disso, tudo pela frente, carreira promissora, cheio de planos, filhos pequenos, tanto por viver? Quantas pessoas dessas você soube que saíram uma manhã de casa e não voltaram mais, quantas e quantas achavam que aquela dorzinha não era nada e foi ver babaus, quantas você conhece que teriam tanto a fazer e dar e viver e que simplesmente morreram assim, sem mais nem menos, uma puta duma injustiça, um carro, um avião, uma doença estúpida, um sinal fechado, um aneurisma qualquer, um avc inexplicável, uma coincidência de hora e lugar infeliz, um assalto e tchau, se foram, sem volta, sem recurso, sem esperniação, sem jeito, vamos lá, quantas? Era nisso que eu pensava na manhã da segunda feira passada, quando depois de muito tempo notei o céu tão azul, um sol tão quentinho, um perfume tão bom de vida e então essa música óbvia e piegas (e linda) tocou no rádio e eu achei que às vezes, sei lá, às vezes uma coincidência dessas nos dá uma bela duma chacoalhada.