Atenchion pípol.
Mean hour só pode hoje, porque amanhã a moça zarpa para outro lado.
Vale um chopinho e um sambinha chorinho, nós conoscos mesmos? Vamos?
Povo: então é assim. Bar da Ladeira, 19:30.
Hoje tem chorinho e a comidinha é supimpa.
Bora?
No Rio tem alguma coisa que nos faz sentir parte de uma história linda de amor e, quando a história não tá linda e não é de amor, o Rio faz a gente sentir que a gente só não acha isso porque não conhece o roteiro todo. Mais cedo ou mais tarde, pode ter certeza - diz o Rio enxugando as nossas lágrimas - virá uma reviravolta em que você vai ouvir Tom cantando de fundo (ou Bebel, ou Nina, ou Piazzolla) e... ahhh, tá vendo?
Acordar, correr mais de uma hora ouvindo Nina e Bebel, olhando o mar, chuvinha refrescante, tomar uma água de coco com as ondas estourando bem pertinho, voltar para casa e fazer café. Isso é que é se acostumar mal, mosfios. Bah.
Descoberta abençoada: as saladas do Bibi.
No shopping dos antiquários em Copacabana: uma loja só com móveis dos anos 60 e uma outra com bonecas Frida. Quase preciso de camisa de força.
Às vezes o que a gente precisa é esvaziar, né não?
Sobre Bebel: filha de João e Miúcha, sobrinha de Chico.
Tom dizia que é dela a voz mais afinada que ele já ouviu. Pedigre é isso, povo.
Adorei toda a lista.
Mas Javi, lindo, translumbrante, arrasou, arrasou e arrasou. Ao lado da mãe, que pra melhorar, ainda se chama Pilar (dos meus nomes preferidos). Vixe.
Hoje é aniversário da Mme. Mãe, que completa 56 verões, ói que jovem.
Lembro dela fazendo torrada com manteiga, na cozinha em Charqueadas, ou me levando de modelo para os cursos noturnos do Senac. Lembro dela fazendo chá e me levando na cama, quando tive hepatite. Lembro dela me ensinando a caminhar de salto, a passar delineador. Lembro dela chorando no meu casamento e avisando ao noivo que se não quisesse mais, não maltratasse, devolvesse pra ela. Lembro dela anos depois, na minha separação, me ajudando na mudança, incondicionalmente a meu lado. Lembro dela voltando pra casa com a Paulinha no colo, dois dias de vida. Lembro dela entrando no carro com o Maurício, também recém nascido. Lembro dela me dando boa noite, deus te abençoe e fazendo uma cruzinha com o polegar na minha testa, milhares de vezes e lembro de muito mais que não caberia aqui, porque nessas lembranças não cabem o cheiro dela, o gosto da comida que ela faz, a gargalhada, a alegria dela, o amor tão grande que ela me fez sentir.
A moça *precisa* de uma luminária em fio. Explico. Um fio, flexível, com várias lampadinhas, que a gente pode enroscar, dependurar, etc. Não exatamente aquilo de árvore de Natal. Um fio com, digamos, 8 ou 10 lâmpadas de 5 wats? Alguém sabe onde, Rio, Porto Alegre talvez?
Para aquelas que não querem perder os anos de juventude embaixo do sol, nem acham que o risco de câncer de pele vale a pena. Para quem ODEIA marca de biquini. Também para aquelas que não ficariam com um tom entre o abóbora e a icterícia numa cama de bronzeamento artificial, mas acham que pernocas moreninhas tem o seu valor. Dove Summer Tone. Amei muito. Cuidados: lavar bem as mãos logo depois, passar parelhinho, inclusive entre os dedos dos pés. Chuchu beleza.
Ah, pois é. Mimo, mos filhos. Mimo. Daqueles.
Depois do calendário de pinups, um da Audrey. Fantástico, translumbrante.
Ione, minha filha, tu não existes. Que coisa mais linda. Uma coisa. Um troço.
Amei, amei, amei.
2008 vai ser uma ano obrigatoriamente de glamour. Todo dia. Ahhhhh.
Era um daqueles momentos, ela sabia. Daqueles meta-momentos em que ela sobrevia a importância e a singularidade de cada instante, em que tudo dali ficaria gravado na pele, delicadamente estampado na memória, mesmo que o tempo passasse, mesmo que a vida lhe traísse, que tudo perdesse o sentido. Algo lhe dava a convicção. Ela sentia na ponta dos dedos que nada, nada, nenhum pedacinho daquilo poderia ficar num canto ordinário qualquer, numa lembrança inacessível qualquer, daquelas coisas que a gente não sabe se aconteceu. Tudo tinha contraste perfeito e uma luz irreproduzível, para que mais tarde ela pudesse lembrar cada detalhe, cada cor, cada perfume.
Então ele serviu o vinho, aquele murmúrio fresco em pequenos goles saindo pelo gargalo, o cheiro espalhando-se pelo quarto. Ela olhou pela janela - as luzes acesas e o horizonte limpo lhe davam a impressão de estar tão acima do mundo - e calculou que não restavam mais do que duas ou três horas. Fechou os olhos um pouco. Ouviu-o servir a outra taça. Um pequeno estalo entre a garrafa e a borda. Quando seus olhos se abriram, ela estendeu a mão.
Prevendo os dias de Fofão assimétrico que hão de vir, a moça providenciou sopinhas light, milkeshakes de frozen yogurt, frapês de frutas vermelhas e sorvetes de fruta zero gordura. Seguindo as orientações das leitoras queridas, em especial da Carrie, não me peso todo dia, mas já tô sentindo o efeito descompressão. Sigo na dieta mega balanceada e muita salada, muita água, muito chá verde e rins em funcionamento power.
Hoje teve exercício mais puxadim que depois da cirurgia do siso só deus sabe quando, modos que estamos prontas pro que der e vier.
Amanhã a moça tá de molho, viram? Comportem-se e deixem recados de amor.
Quem tem um calendário maravelolololoso de pinups incríveis enviado especialmente pra si por um mimoso querido diretamente do outro lado do mundo bota o dedo A-QUI.
Eu sempre odiei salada. Odiei. Sempre. As grandes e honrosas exceções foram as vezes em que fui apresentada a saladas com tempero. Verdadeiro tempero. Com coisinhas crocantes. Com pedacinhos de fruta. Com algo fora daquela coisa pasto de ruminantes. Uma destas ocasiões memoráveis foi num restaurante árabe fantástico do Rio, o Amir. Com tantas coisinhas ótemas na mesa, babaganush, cordeiro, hummm, nozes, eu não conseguia parar de comer... errrr... a salada. Fatuche, na verdade.
Hoje me roncou o diabo nas tripas e nesse momento de dieta e privação, sonhei acordada com a Fatuche do Amir. Sem Amir a quem recorrer neste rincão perdido de São Pedro e sem ter visto sinal de Fatuche nos restaurantes árabes da capital riograndense, a moça foi a São Google e deu uma olhada básica no que se fala sobre a iguaria. Lá foi a moça fazer o que dava, com os ingredientes meio capengas que se acha no supermercado da frente de casa.
Básico e indispensável é pão sírio torrado no forno, de preferência o pão Pita (extra fino, se houver). Separe ele ao meio em duas folhas e leve ao forno - fica douradinho depois de poucos minutos no forno, cuidado pra não queimar tuda. Pique um pepino japonês e um tomate em cubinhos, um rabanete grande em rodelas fininhas, uma cebola pequena em tirinhas, folhas de hortelã picadas (com os dedos, aproveite o cheiro nas mãos). Tempere com azeite de oliva, uma colher de sobremesa de tahine (isso é que dá o tchans, mas é beeeeem calórico, portanto, se ligue), suco de limão, molho de alho e sal. Junte folhas rasgadas de alface americana e ruculinhas bem novinhas e frescas. Misture mais para que o tempero envolva tudo. No fim, os pedaços de pão torrado, de uns 3x4 cm, dê a última revirada e leve seu estômago para passear de fatuche voador por mil e uma noites, entre pepinos, tomatinhos, alfacinhas e pão crocante.
Ingredientes: um pepino japonês, um tomate, uma cebola pequena, um rabanete grande, alface americana, rúcula, hortelã fresco, tahine, sal, molho de alho, azeite de oliva, suco de limão.
E o pior é que o "Tribunal PCC", que é contrário ao Estado Democrático de Direito, que não encontra amparo na Constituição, que é um acinte aos direitos humanos, que funciona baseado nos princípios mais elementares e toscos da idéia da justiça(?) retributiva da lesão perpetrada, esse "Tribunal" conta com a legitimação sociológica da comunidade onde está inserido.
É o tabefe da realidade esboroante cumprindo a profecia Lassalleana: a Constituição como um reles pedaço de papel.
Corpitcho reclamando da falta de consistência no dia da dieta líquida, a moça recorreu à salada. Em um prato raso, coloquei broto de bambu, cenoura e beterraba raladas cruas, tomatinhos cereja, alface crespa, passas brancas de uva. Espalhei queijo parmesão light por cima e juntei uma xícara de cafezinho de molho feito com iogurte natural desnatado, maionese light, mostarda dijon, molho de alho, pimenta do reino moída, sal e orégano.
Ingredientes: um punhado de broto de bambu, meia xícara de cenoura crua ralada, meia xícara de beterraba crua ralada, 4 tomatinhos cereja, duas folhas de alface crespa, uma xícara de cafezinho de passas de uva branca, uma colher de café de parmesão light ralado. Para o molho: duas colheres de cafezinho de iogurte natural desnatado, uma colher de cafezinho de maionese light, uma colher de cafezinho de mostarda dijon, uma colher de cafezinho de molho de alho, sal, pimenta do reino e orégano à gosto.
A pessoa resolveu recorrer ao menor esforço - pelo menos em parte. Daí que foi à Substância no sábado e comprou uma dieta líquida desintoxicante e comidas de spa (eu adoro as comidas da Substância) para os próximos 5 dias.
Pesada e medida, ontem fiz a dieta líquida. A manhã começou com um milkshake de frozen iogurte de limão (delicioso e consistente), depois teve néctar de mamão, maçã, pêra, abacaxi, maracujá e pêssego (refrescante) e de almoço, Bisquet de camarão (delícia). Às quatro da tarde eu estava com bastante fome - (claro, a pessoa inventa essa coisa de dieta líquida bem no dia que mudou o horário de verão?! Dããã.). Tomei então o lanche - suco de uva e morango (mega gostoso).
Apesar de tudo ser delicioso e de naqueles seis copos haver 1000 cal., devo confessar que meu corpitcho reclamava da falta dos sólidos. Modos que, lá pelas seis e tals da tarde, a moça se fez uma saladinha*, coisa pouca, que não comprometeu o desempenho da desintoxicação. Junto com a salada, eu tomei a janta - Caldo quente e abobrinha, moranga e cenoura - que tava 10. Ainda tinha sobrado a ceia (consomê de cogumelos naturais) que eu tomei às 22h (este foi o que eu menos gostei - não sou muito fã dos fungos em geral - podem me apedrejar) para evitar sonhos com comida - freqüentes nas minhas dietas.
Acordei hoje já meio quilo mais levinha, bem disposta, tudo nos conformes. Vou contando depois como tudo vai indo.
Desempenho: nota 8,0 - comi a saladinha e era pra ser um primeiro dia só de líquidos. Exercício: nenhum - no dia da dieta líquida não são recomendados. Peso: - 500g Disposição: muito boa.
Um querido amigo, sabendo do início da minha dieta, resolveu me mandar uma simpatia por email para oferecer uma ajudazinha do sobrenatural, uma espécie de lipo astral, sá? Espiem:
«Pegue uma vela branca, um copo d'água e uma imagem de Santo Antônio enrolada numa fita métrica .
Meça com a fita métrica a sua barriga, faça uma marca na fita com uma caneta, antes de enrolar a mesma na imagem do Santo.
Coloque tudo isso aos seus pés e deite-se no chão, de barriga para cima. Toque então com as pontas dos dedos (da mão) nas pontas dos pés (que não devem se afastar do chão), dizendo bem alto:
"SANTO ANTÔNIO , ME TIRA ESSA BARRIGA!"
Repita isso 500 vezes por dia até chegar ao ponto desejado. Você vai ver: é tiro e queda!»
Se alguém aí tiver uma resposta à altura ao ser debochado, favor enviar. Eu preciso me vingar.
Um final feliz. Absurdamente feliz. Um final que não seja final, que seja o resto todo. Um final que a gente invente pra começar, que trema as pernas só de pensar, que sue as mãos, que incendeie o corpo, que dê vontade de gritar de feliz só de imaginar. Um final feliz que nos ponha estrelas nos olhos, que dê vontade de estar - e continuar - vivos, que faça o sangue correr, a pele reluzir e cada um dos dias valer a pena. Um final feliz que tenha um vestido rodado, flores, beijo e depois, chinelo, rede, cheiro de sono, banho de chuveiro dividido. Que tenha vontade de viver junto para sempre, que nos ponha no peito uma orquestra sinfônica e nos pés sapatos brilhantes. Um final feliz para começar todo dia, com vontade de abrir os olhos e enxergar de novo a razão de não nos sentirmos mais sós, nem estranhos, nem imbecis, nem tristes. Um final feliz com trilha sonora, Sinatra, de preferência. Um final feliz à nossa altura, que se a gente não se contenta com menos em nada, porque nisso seria diferente? Um final feliz sem desistir de final feliz, que chegue de mão beijada, que caia do céu, que nos atinja em cheio, arrebatador, definitivo, incontestável, certeiro, grandioso, indubitável, assim, como devem ser os finais felizes, que devem nos achar aonde quer que estejamos, finalmente, happy ever after.
Então depois de explicar os sonhos românticos, entre o constrangimento e a vergonha total, ela pergunta ao amigo de anos, famoso (e querido) pelo ceticismo completo e falta de fé na humanidade, espécie de último baluarte da coerência e racionalidade pragmática a que se pode recorrer sem risco de melosidade, esperando que ele, como sempre, traga-a de volta ao mundo real e prático onde não existe lugar para devaneios juvenis:
- É uma enorme imbecilidade, né?
- É.
- Demais para quem já passou pelo que eu passei e tem quase 35, né?
- Não.
- Não?
- Não. Na verdade, eu acho que tu és a única pessoa que eu conheço que tem chance real de achar essas coisas aí.
Tu sais je vais t'aimer/ Même sans ta presence/ Je vais t’aimer/ Même sans espérance/ Je vais t’aimer/ Tous les jours de ma vie/ Dans mes poèmes j’écrirai/ C’est toi que j’aime/ C’est toi que j’aimerai / Tous les jours de ma vie/ Tu sais je vais pleurer/ Quand tu t’éloignera/ Je vais pleurer/ Mais tu me reviendras/ Et j’oublierais/ La douleur de m’ennui/ Tu sais je souffrirais/ A chaque instant d’attendre/ Je souffrirais/ Mais quand tu seras lá/ Je renetrai/ Tous les jours de ma vie.
(O Ministério de Madame adverte: esta música pode causar choro compulsivo).
A exemplo de Carrie, a estranha, esta aqui que vos escreve tb resolveu fazer uma dieta básica. Corrida a cada 36h, comidinha leve e nada de carbs depois das sete da noite. Depois eu conto o resultado. Nem só de lipo vive o mundo.
Às vezes é como se a minha vida me espiasse do lado de fora da janela, com uma cara enigmática de quem sabe o que está por vir e se regozija com a minha bovina ignorância. E se tem coisa que me deixa inquieta, essa coisa é não estar a par do meu destino. Não que eu tenha a pretensão de planificá-lo perfeitamente, longe disso e deus me livre, mas não me agrada o clima de conspiração de fatores e vriáveis completamente alheia à minha consciência. Isso definitivamente balança a minha paz de espírito. Um tantico de surpresa, vá lá. Mas a sensação de que um tsunami se aproxima (ou um transatlântico 5 estrelas, que seja) e eu nem tenho colete salva-vidas à mão, nem comprei um biquini com saída de banho combinando, definitivamente, bagunçam o meu coreto.
*** Sim, eu «sei» que a tal sensação essa é eu comigo mesma querendo que algo mude ou me preparando inconscientemente para decidir alguma mudança. Eu sei. Tá. ***
Rímel Fatale da Lanc*me, U$ 20. Pó Shiseido, U$ 30. Base U$ 32. Casillero del Diablo, U$ 5,50. Cremitchos e mais cremitchos: U$ 4. Batons, sombras, blushes, U$ 5. Dulce de Leche con creme: U$ 3,50. Fazer viagem de carro no estilo Telma & Luise, com som alto, gasolina no fim e muita peruagem com Paulinha e Vó Nininha em Rio Branco: não tem preço.
Quem nunca jogou vísparo a dinheiro e foi rapado pela Vó Nininha com catarata e tudo por três dias seguidos, não sabe o que é bão. Se tiver cerveja gelada e pastel de camarão, então, vixe. Mas melhor mesmo é ela esnobando que tá gastando o SEU dinheiro no frixóps. Toma.
Quem não passou verão em Pelotas não sabe o que é o mármore do inferno. PQP. E os mosquitos são praticamente helicópteros de carga. Mas tem vó Nininha.
Chuva na estrada, caminhão, limpador de pára-brisa vencido, síndrome de abstinência internética. Até aí nada. Mas viajar três horas ouvindo a Constituição em áudio é que vale qualquer coisa. Depois não sabem porque eu me abasteço de trouxinha de nozes pra viagem.
Hildolina saudosa na chegada: Vinicius não se referia a gatos quando achava que era melhor não tê-los.
Esq p/ dir: Colombina desconhecida, Felipe (3 anos e meio) de havaiano marchandaisingue, Facelo (3 anos e meio) de Touro emburrado, Ticcia (quase 5 anos) de índia periquita rosa canibal (reparem no colar de dentes e sutiã de penas), Aline (4 anos e meio) de havaiana desdentada. Fota antes de começar a função, todo mundo arrumadinho.
Eu olho e choro. Dali a uns dias, eu iria ao meu primeiro dia de aula. Que coisa. Que saudade. Sinto o cheiro do confeti.
Deixo com vocês aquela que é a minha música de carnaval preferida de todos os tempos, amém. Amo, amo. E com Chico e Nara... ahhhhhhhhhhhh. Eu queria um carnaval daqueles, em que eu botava a fantasia e ia para o baile às três da tarde com Facelo no Diamantinos, no Centro Português, no Brilhantes ou no Caixeral. Não tínhamos mais que 6 ou 7 e cada ano era uma fantasia diferente.
Se ainda tivesse baile de salão, eu ia. Quando tocasse essa música, um moço mascarado me pegaria pela mão (que supostamente deveria ser o Chico Buarque, claro). E eu seria a colombina mais bonita, escondento as lágrimas de felicidade atrás da máscara.
Reparem no chega mais de Nara e Chico. Eu também se aproveitaria dele,
ahhhhh se se aproveitaria...
Domingo de Carpenters e Piazzola (não me perguntem qual a conexão, mas na minha mente distorcida, tem) no volume 25, arrumação de CD's e recuperação de infecção intestinal.
Faça as vontades da irmã - que queria ir a um japa no dia que todos os japas estavam fechados exceto um - e comprove por si mesma (e pelo alien que se instalou no seu intestino e se manteve entretido dando nós nas suas tripas) que quando só tem um mísero japa aberto é porque o fornecedor definitivamente não entregou peixe fresco naquele dia para ninguém, nem mesmo pro japa que estava aberto. Depois, recupere-se tomando água de coco e buscopan composto. Sem irmã, claro. Que já lhe abandonou, bem sã, salva e sem alien, porque a bicha tem tanta sorte que não comeu a parte do peixe que não estava santo.
Campanha Pare pra pensar, mastigue antes de engolir.
"O fenômeno Veja
(Luis Nassif)
Recentemente, estimulei uma competição com um blogueiro da revista – contratado especificamente para atacar os adversários de Veja . Havia duas razões relevantes para tanto.
Primeiro, para demonstrar que, com a Internet, cessou o predomínio das grandes publicações. É possível, mesmo sem ter um grande órgão da imprensa tradicional por trás, mobilizar pessoas para esse trabalho cooperativo, de disseminar informações. É o verdadeiro trabalho em rede, no qual – graças à Internet – cada pessoa dá sua colaboração, pegando as informações e levando para seus círculos de conhecidos.
Segundo, para que essa rede, formada nesse período, ajude a dar visibilidade a essas reportagens que passo a publicar.
Não será um desafio fácil. Estaremos enfrentando o esquema mais barra-pesada que apareceu na imprensa brasileira nas últimas décadas. E montado em cima de um tanque de guerra: uma publicação com mais de um milhão de exemplares.
Tenho convicção de que a força do jornalismo e do trabalho em rede permitirão decifrar o enigma Veja. Para tanto, conto com a mobilização de todos vocês. Não se trata mais de um mero exercício esportivo de aquecer uma eleição de Blog. Trata-se, agora, de uma questão nacional que, tenho certeza, ajudará a reabilitar o exercício do jornalismo, mesmo na grande imprensa."