24.11.2006

Bom fim de semana.



Rosario Flores como Lydia, em Hable con Ella, Almodóvar, 2002.


Elis & Tom, Por Toda a Minha Vida.

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Coluna: Madame Tussaud
por Ticcia, às 22:29 de 24.11.2006
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Criadicas

Vocês sabem, e se não sabem, deveriam saber: Criadas, por mais bem pagas que sejam, o cobertor sempre é curto. O essencial já consome a pessoa pela perna, quase não sobra para o supérfluo. Por isso, a Criada está sempre atrás de uma dica, coisinha, que resolva seus (muitos!) problemas de beauté.

Recentemente, esta Criada que vos fala topou com uma linha de produtinhos que lhe deixou bastante curiosa. De fato, tem um item que foi testado e aprovado:

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Shine on you, crazy diamond!



Se você é do Southern South, numa Panvel perto de você.
Se você não é, ou quer mais informações, venha aqui.
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Coluna: Criada de Madame
por Sua Criada, às 18:40 de 24.11.2006
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Naturalmente.

Lembro de um tempo atrás, numa discussão acerca de homossexualidade, uma colega de trabalho ter defendido a postura homofóbica sob argumento de que a prática era "anti-natural". Perguntei a ela se ela sabia que são muito comuns práticas homossexuais na natureza, como por exemplo, entre galinhas, cachorros, passarinhos, macacos. Ela ficou chocadíssima.

Agora um livro infantil, "And Tango makes Three", que conta a história real de dois pinguins machos que adotaram um filhote em um zôo americano, depois de ter causado alguma polêmica, foi estrategicamento retirado da prateleira dos livros infantis da biblioteca da escola e colocado na dos livros de não-ficção, onde é necessária autorização dos pais. Eu me pergunto qual é o conteúdo impróprio que pode conter o livro. Realidade? Será?

Porque uma coisa é não aceitar a homossexualidade como algo natural ou ser contra a adoção por casais homossexuais. Outra coisa é considerar esse um assunto tão intrincado que não possa vir ao conhecimento de crianças (como se elas não se deparassem com a realidade todos os dias na TV, nas ruas, na escola). Outra coisa ainda é tentar esconder que isso existe como forma de desestimular essa opção.

Mas aí eu me pergunto outra coisa. Será que se uma criança enxergar a homossexualidade de uma forma tranqüila, normal, natural, sem problemas ou recriminações, isso a estimulará a ser homossexual? Se a resposta for positiva, então, como é que todos os homossexuais que viram sempre as relações heterossexuais como tranqüilas, normais, naturais e sem problemas ou recriminações não optaram por elas?

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Coluna: Madame Benvenisti
por Ticcia, às 10:43 de 24.11.2006
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