Para que conste.
Eu gosto: de pão com lingüiça, de chinelo de dedo, de cheiro de fruta, de achar que vens logo, de café com preguiça, de ficar nua e sentar no teu colo.
Eu não gosto: de luz fluorescente, de etiqueta na roupa, de salsa no dente, de sapato molhado, de papel de parede, de vôo atrasado sem você ao meu lado.
Ela, com E maiúsculo.
Começaram a ser vendidos HOJE os ingressos para o show de Maria Bethânia, lançamento de dois CD's simultâneos, Pirata e Mar de Sophia, dias 18 e 19 de novembro, no Teatro do SESI.
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aqui.
Ticcia já adquiriu o seu, e-vi-den-te-men-te.
Adivinha quem vai juntoooooooo?
Ele.
Eba, eba, eba.
Aí, povo. Boramandá mail pras conhecidas, fazer propaganda, divulgação.
O Natal taí e é uma ótima pedida dar Bolsas La Reina Madre de presente. Não tem sogra que resista, não tem mãe que não se desmanche, não tem irmã que não faça as pazes, não tem cunhada que não passe a te tratar feito gente. E tem você, que MERECE uma bolsa linda.
Cenas dos próximos capítulos.
E amanhã? Amanhã é outro dia, pra começar, de novo, o recomeço, para rir e para se emerdar de algum outro jeito, para resolver outra vez o insolúvel e voltar atrás, quem sabe, novamente. Amanhã é outro dia e a gente continua aqui na falta de melhor opção, na falta, diga-se, de qualquer outra opção e tenta, então, fazer uma outra coisa da mesma coisa, faz a resolução dar certo, tenta resistir, insistir, perseverar, ter força, como disse a Nininha, continuar e experimentar ser diferente, se der e, se não der, não desesperar, não enfiar um soco na cara do primeiro que aparecer, não entrar debaixo de um ônibus, não xingar a mãe do transeunte, não mandar o corno do automóvel ao lado ver que cor tem a anágua da sua excelentíssima mãezinha, não esguelar o desgraçado do infeliz que afinal, o que foi mesmo que fez? Sei lá. Amanhã é outro dia e lá vamos nós, lá vou eu, tá vendo, lá vou eu, lépida, faceira, sorridente e impecavelmente imbecil, porque eu sou mesmo assim, não sabia, pois sou mesmo. Lá vou eu, livre, leve e solta e cheia de dúvida, dor, medo, covardia, saudades, insegurança, tristeza, desânimo, me sentindo profundamente injustiçada - ah, essa minha mania de me achar a suprema vítima do mundo, das pessoas e das circunstâncias - lá vou eu chorar no banheiro, repetir a mesma frase, falar os mesmos nomes, contar as mesmas histórias e terminar invariavelmente do mesmo jeito: amanhã. O inferno, meus filhos, o inferno é amanhã.